24 de setembro de 2010
Quem Me Vê Sorrindo(Cartola)
Quem me vê sorrindo pensa que estou alegre
O meu sorriso é por consolação
Porque sei conter para ninguém ver
O pranto do meu coração
O que eu sofri por esse amor, talvez
Não compreendeste e se eu disser não crês
Depois de derramado, ainda soluçando
Tornei-me alegre, estou cantando
Quem me vê sorrindo...
Compreendi o erro de toda humanidade
Uns choram por prazer e outros com saudade
Jurei e a minha jura jamais eu quebrarei
Todo pranto esconderei
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Carlos Cachaça,
Cartola
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19:12
Já Chegou Quem Faltava (Nilson Gonçalves) Interpretação: Dona Ivone
Já chegou quem faltava
Quem o povo esperava chegar
Viemos apresentar o que a Portela tem
Muito samba bonito, baiana com ritmo
Harmonia também
Hoje essa Portela que vocês ouvem falar
O mundo inteiro soube consagrar
Mesmo derrotados cantaremos com alegria
Essa nossa doce melodia
Álbum:Samba Minha Raiz,Minha Verdade
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Nilson Gonçalves
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19:05
Laurindo (Herivelto Martins) Interpretação: Herivelto Martins
Álbum: Herivelto Martins - Carnaval De Rua
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Herivelto Martins
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19:01
Maria Madalena Da Portela (Aniceto) Interpretação: Candeia
Fui enganado meu bem por ela
Maria Madalena da Portela
Tinha pele bronzeada, cheirava a flor de canela, o seu nome era
Maria Madalena da Portela
Eu fui enganado ...
Fui enganado meu bem por ela
Maria Madalena da Portela
Leva-me um conto e quinhentos, essa moça de blusa amarela, que conversa a dela,
Maria Madalena da Portela
Eu fui enganado ...
Fui enganado meu bem por ela
Maria Madalena da Portela
Mulher do sabor de mel, era uma jóia tão bela, tu sabes quem é
Maria Madalena da Portela
Eu fui enganado ...
Fui enganado meu bem por ela
Maria Madalena da Portela
Para o anjo da guarda da nega eu acendi uma vela, zelei por ela
Maria Madalena da Portela
Eu fui enganado ...
Fui enganado meu bem por ela
Maria Madalena da Portela
Ela me dava jiló, veja só, dizendo que era berinjela, aquela megera
Maria Madalena da Portela
Eu fui enganado ...
Fui enganado meu bem por ela
Maria Madalena da Portela
Para agradar a crioula comprei um par de chinela, cor amarela
Maria Madalena da Portela
Eu fui enganado ...
Fui enganado meu bem por ela
Maria Madalena da Portela
Mandei-lhe comprar presunto, ela trouxe mortadela, diz o nome da fera
Maria Madalena da Portela
Eu fui enganado ...
Fui enganado meu bem por ela
Maria Madalena da Portela
No final de cinco anos prometi casar com ela, irmã de Estela
Maria Madalena da Portela
Eu fui enganado ...
Fui enganado meu bem por ela
Maria Madalena da Portela
Era mãe de cinco filhos, metida a moça donzela, pois veja você
Maria Madalena da Portela
Eu fui enganado ...
Fui enganado meu bem por ela
Maria Madalena da Portela
Ela de véu e grinalda fez promessa na capela, me traindo
Maria Madalena da Portela
Eu fui enganado ...
Fui enganado meu bem por ela
Maria Madalena da Portela
Aniceto a conheceu, andava de olho nela, ele sabe quem é, diz
Maria Madalena da Portela
Eu fui enganado ...
Fui enganado meu bem por ela
Maria Madalena da Portela
Eu entrava pela porta, eu fugia pela janela, quem me enganava
Maria Madalena da Portela
Eu fui enganado ...
Fui enganado meu bem por ela
Maria Madalena da Portela.
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Aniceto do Império
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14:36
18 de setembro de 2010
Sem ilusão (Élton Medeiros - Antônio Valente) Interpretação: Elton Medeiros
No carnaval não vou querer me fantasiar
não vou querer me vestir de rei
não quero mais colorir a dor
e se alguém quiser me aplaudir
vai ter que ser assim como eu sou
não quer dizer q não vou nem brincar
só não quero é enganar o meu coração
No carnaval não vou mais sair fingindo
que passo a minha vida inteira a cantar
eu vou me divertir, na certa eu vou sambar
mas dessa vez a ilusão não vai me pegar
No carnaval eu sempre saí sorrindo
me divertindo só pra desabafar
três dias pra sorrir, um ano pra chorar
mas dessa vez a ilusão não vai me pegar
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Antônio Valente,
Élton Medeiros
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17:23
A flor e o espinho (Alcides Caminha - Guilherme de Brito - Nelson Cavaquinho) • Quando eu me chamar saudade (Nelson Cavaquinho-Guilherme de Brito
A flor e o espinho
Tire o seu sorriso do caminho
Que eu quero passar com a minha dor
Hoje pra você eu sou espinho
Espinho não machuca a flor
Eu so errei quando juntei minh'alma a sua
O sol não pode viver perto da lua
Tire o seu sorriso do caminho
Que eu quero passar com a minha dor
Hoje pra você eu sou espinho
Espinho não machuca a flor
Eu so errei quando juntei minh'alma a sua
O sol não pode viver perto da lua
É no espelho que eu vejo a minha magoa
A minha dor e os meus olhos rasos d'agua
Eu na sua vida já fui uma flor
Hoje sou espinho em seu amor
Eu so errei quando juntei minh'alma a sua
O sol não pode viver perto da lua
Tire o seu sorriso do caminho
Que eu quero passar com a minha dor
Que eu quero passar com a minha dor
Quando Eu Me Chamar Saudade
Sei que amanhã
Quando eu morrer
Os meus amigos vão dizer
Que eu tinha um bom coração
Alguns até hão de chorar
E querer me homenagear
Fazendo de ouro um violão
Mas depois que o tempo passar
Sei que ninguém vai se lembrar
Que eu fui embora
Por isso é que eu penso assim
Se alguém quiser fazer por mim
Que faça agora.
Me dê as flores em vida
O carinho, a mão amiga,
Para aliviar meus ais.
Depois que eu me chamar saudade
Não preciso de vaidade
Quero preces e nada mais
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Alcides Caminha,
Guilherme de Brito,
Nelson Cavaquinho
às
17:10
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